Eu aqui..

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Lugar onde se perde tudo e ñ se acha nad, Confusa, Brazil
Uma pequena criança mimada? Talvez.Rebelde? Um pouco.Inteligente? O suficiente para não se comprometer como e onde não deve. Eu? Com o tempo vocÊ descobre, isso se tiver mesmo que descobrir. ;D

domingo, 29 de abril de 2012

Saudades...



Há músicas, que quando ouvidas, trazem de imediato imagens, vozes, lembranças passadas, mas nunca esquecidas, e, por muitas vezes, trazem também lágrimas automáticas...
Lembro-me com saudades quando ouvíamos juntos esta música, todo um futuro era planejado...

Tudo estava normal
E ai um dia você apareceu
O meu coração
Ficou confuso sem saber o que fazer
Mas aconteceu
E eu estou apaixonada por você
E foi tão natural
Eu não pedi pra que isso fosse acontecer”
Foi bem assim...
“Mas você foi chegando
E foi me conquistando
E por você eu largo tudo...”



Nada foi planejado, mas aconteceu... Pedíamos todos os dias que as horas passassem o mais rápido para que nossos sonos pudessem assim tornar-se realidade, largaria tudo.... 
“Só pra provar o gosto do teu beijo
Matar meu desejo
Eu largo tudo
Só pra sentir o teu cheiro
Te deitar no meu peito
Eu largo tudo, tudo, tudo...”



Mesmo perecendo de um medo permanente, encarei tudo, vivi cada momento como se tudo fosse ser eterno, como se tudo fosse valer a pena...
Valeu, no entanto, a rapidez com que se deu seu fim foi, para mim, um passo tão largo que não pude acompanhar e deixou-me desolada, a ponto de não saber mais como fazer diferente e não permitir os erros passados.
Eu sempre acho que vai ser igual, até que realmente seja.
Quanta dor, por mim jamais sentida antes, veio em mim repousar, e quanto ainda durará?
Agora as lágrima deslizam em meu rosto e eu tento, através delas, lavar tudo que ainda dói em mim.
Se minha mente pudesse tirar-te de mim e rasgar tudo que passamos... Oh quanta alegria sentiria! 
Espero agora que o tempo faça seu papel. 


sábado, 14 de abril de 2012

Isso é modernidade?

Estranho como as pessoas e os valores, de toda sorte, têm mudado, infelizmente, sinto dizer que para pior.
Dentre muitas discussões com pessoas de meu convívio, chego à conclusão de que meus métodos e crenças estão ultrapassados.
Em respeito a muitos deles, não irei aqui generalizar, embora este seja muito meu desejo.
Minhas desventuras amorosas sempre têm dado-me linhas, e quanto mais meu cérebro tenta achar soluções, ou mesmo pontos teóricos para discussões que me levem à melhor saída, sempre me são inúteis.
Será mesmo que o namoro e todas aquelas regras que o deixava tão mágico e proveitoso acabaram?
O que há de ser de mim, que nenhuma vez o pude experimentar em sua forma pura?
Não entendo homens que muito dizem a favor, mas que não interessam-se em conseguir, para si, a exclusividade. O que falta?
É linda, inteligente, doce, bem humorada, séria (quando é necessário), educada, tem boas maneiras e bons costumes, é desimpedida e procura um amor... Por que então ele não se candidata???
Por que o amor assusta tanta gente?
Ou melhor, por que as pessoas não querem mais amar?
Não nego que já fiz muito do que o Fernando e o Sorocaba dizem abaixo:

“É meu defeito, eu bebo mesmo
 Beijo mesmo, pego mesmo
           E no outro dia nem me lembro.          
             É tenso demais!


Mas tenho que admitir, há sempre aquele desejo de que um desses “inlembráveis”, lembre-se de nós... Do nosso beijo, nosso gosto, nosso cheiro, o jeito que nós costumamos olhar  quando enrubescidas... Hoje, isto fica à restrição dos sonhos.  Quanto sonho?!
Não me podem acusar de não arriscar, de não sonhar, ou de ser pessimista.
Que culpa tenho eu de ver as coisas como realmente são??
Até quando as relações interpessoais serão vistas apenas como uma solução para os instintos carnais? Amor é SÓ sexo? Amor é sexo? 
De nada me valem conselhos, opiniões ou tentativas de mudança. Muito já fiz, nada acontece.
Então, que assim seja, e a morte, “angústia de quem vive”, poderá acalentar meu peito e fazer-me, uma hora, tranqüilizar minhas dores.
Amém? 

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Sem título 1


Quando a ira ou a tristeza me consome, é hora de vir aqui e tentar depositar em palavras, um tanto vãs, toda minha incapacidade de compartilhamento.
Pior é que acho que ainda não estou sofrida o bastante... Sei disto porque ainda não consigo fazer fluir parágrafos sem limites, por esta folha.
Incomoda-me esta presença incessante de ninguém.
Por vezes desespero-me em pensamentos.
Parece que tudo corre para o dito: Não se preocupe, nada vai dar certo!
Estou começando a crer que minha vida tem tudo para isto, mesmo.
E hoje alguém me disse “Mas nem tudo, afinal, você é formada e trabalha na sua área.” E daí?!
Creio que nós, humanos, sentimos a monstruosa obsessão pelo sofrimento e a martirização. Eu por exemplo, raríssimas vezes escrevo por felicidade. Antes, almejo para que escrevendo, saia de mim tanta dor reprimida, e assim, meu sorriso venha naturalmente.   
Eu deveria tentar a carreira artística, tenho talento, pode crer.
Ninguém melhor que eu sabe assumir posições verbais, atitudes racionais, tão bem a ponto de fingir um desapego que não existe.
Eu sempre fico a remoer assuntos velhos, pessoas velhas... Lembranças que não param de ir e voltar em minha mente. Tão doloroso isto. Gostaria de expulsá-los, mas parecem tão fortes quanto eu.
Ontem parecia tão perfeito. Tanto que eu nunca acredito. Então...
“Olhei pro amanhã e não gostei do que vi. Sonhos são como deuses, quando não se acredita neles, deixam de existir.”
Não gosto de sonhar. Nunca vi um dos meus virarem realidade.
Eu nunca sonhei nada do que tenho. Assim como nunca sonhei não ter nada do que não tenho.
Sempre que sonho acordada, não fantasio coisas que desejo que aconteçam. Frequentemente tento usar a psicologia reversa, mas nunca funciona, sabia?!
Ainda sinto-me tensa, isso porque ainda não disse tudo que desejaria dizer. Mas as palavras não querem sair. Não gosto de expulsá-las, preciso delas, sejam como sejam.
Então... É isso, mas nada!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012


Eu estou pensando que.. Muitas coisas aconteceram desde que eu saí da época do bullying [se este nome fizesse o sucesso que faz hoje, eu seria rica, já teria processado muita gente], conheci as melhores pessoas do mundo: Minhas amigas, não são muitas, mas são as melhores e mais verdadeiras que se poderia desejar.
Com elas eu vive altos baixos, trancos e barrancos...
É a vida!
É um casamento, talvez único, feliz.
E falando em casamento, é uma época estranha.
Não há como prever quem vai e quem fica. Muito menos, como quem fica, vai ficar.
Os anos têm se passado rápido. Ou talvez, seja apenas parte do meu déficit.
Eu vivo muito, e não sei se vivo algo.
Das amigas que tive, desde muito atrás, só as verdadeiras e inigualáveis restaram.
E apesar de algumas já terem casado, e outras estarem prestes a isto, o carinho não mudou, nem de uma parte, nem de outra, espero que assim continue.
Eu sei que é tudo diferente, não posso mais, simplesmente, ligar no meio da noite e pedir conselhos sobre se devo ou não investir em uma relação, sem pé nem cabeça. O marido delas podem não gostar da ideia.
Acho que também não vou poder chamá-las , sem culpa, para sair à noite comigo , a um lugar de muitos gatinhos, pouca conversa e muito beijo na boca.  Eu tenho a leve impressão que eles não aceitariam a ideia.  E pior, se fossem juntos, eu quem não iria me divertir muito com a ideia.
Enfim, a cada dia que passa, penso que meu desejo neste momento é o de que preciso me apaixonar, aliás, preciso fazer alguém (de verdade) se apaixonar por mim.
Acho que já estou bem grandinha, e fora dos padrões da brincadeira que é o “amor real ($)”.
Eu quero mesmo encher um alguém de carinho, de cuidados. Quero, sem sombra de dúvidas, fazer ele perder a cabeça (Confio nas entrelinhas dos meus leitores).
Está na hora de conhecer  e propor: “ Quer não fazer planos comigo?” (Casa Comigo?)
Afinal, o que vai ser de mim quando todas elas seguirem seus rumos?
Já está tão difícil agora, e depois, como ficará? Como eu ficarei?
Estou sofrendo de nada e de ninguém.
Sou sujeitada a confidenciar que:  
“ - Odeio casais apaixonados!
 - Por quê? A paixão dos outros te ofende, é?
- É.”  (Casa Comigo?) 

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Viagem: Fail

Nada é mais temeroso que a ansiedade pela felicidade.
Mais ou menos isso.
É quando nos surge a possibilidade, mesmo que remota e ilusória, de uma esperança, uma luz no fim do túnel.
Aquele momento em que dormir é a última coisa que irás conseguir. São tantas coisas em que pensar. Planos a projetar. Tanto para fazer.
E ainda é tudo abstração. Possibilidades...
No entanto, os teus sonhos estão lá, se desenvolvendo, e crescendo mais e mais...
Tristeza sim, nos traz o sono, porque nos traz o choro, e com ele, a vontade de fechar os olhos e esquecer que se estás só.
Porém, a ansiedade e o desejo de conquistar o inconquistável pode nos ser uma passagem, só de ida, para um poço mais fundo do que o que já nos encontramos no momento.
Pensar nas possibilidades de todo este projeto cair por terra é, no mínimo, severo. Tudo tão lindo, tão esperado, tão arquitetado, como não vai dar certo?
Mas e se não der? Se não sair como planejado?
Se não tiver viagem? Se não tiver beijo? Se não tiver sorriso?
E se ele não gostar? E se eu não gostar?
Mas...  E se eu gostar? Se tiver riso? Se tiver beijo? E se ele gostar?
Eu preciso perder a inteligência, ou a razão, ao menos por esta vez, e arriscar.
O máximo que pode acontecer é eu quebrar a cara, ele ser um traficante, maníaco, pedófilo [Ah! Isso não, eu sou maior de idade]. Talvez ele só não goste de mim, ou a mãe dele não goste...
Mas a vida é feita com escolhas, que podem melhorá-la, ou não.
É tentar e esperar.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

2012.

Eu quero tentar, no entanto, isto pode significar lágrimas, e estas, eu não quero. Desejo gostar, amar, aventurar-me, se preciso for, mas tenho medo, medo de não ser verdade o que me dizem. Medo de não ser verdade o que pareço sentir.
Eu tento, é inegável. Mas sempre acho que não vai dar certo. Então, eu dou um jeito de não dar certo.
Queria, simplesmente, comprar esta passagem e partir, acreditar, ou fingir (muito bem) acreditar no que me dizem, ao menos uma vez, sem que o medo de não aguentar um fracasso me interrompa  mais uma vez.
Pensando bem, ao longo do tempo, eu já quis pular deste prédio sem pára-quedas, até mais de uma vez. Porém, encontrei outros, que assim como eu, acreditavam pouco ou nada, num futuro vindo dali.
É a velha história do mato sem coelho. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.
Pegar ou largar? Eis a questão.
Eu pego. E ele? Pega também?
Ele diz que ama. Eu duvido sempre. Mas... e se ele ama, mesmo?
Há algum teste drive que se possa fazer?
Ando meio desatinada, sem juízo, sem noção, sem confiança. Louca por algo que não sei bem o que é, e meu único empecilho é o receio de desorgulhar minha vovily, e, consequentemente, minha família real.
Ir ou não ir? Eis a questão...
Timidez é o bicho ruim que alimentamos sem querer.
Se nada der certo, como eu vou voltar?
Confiar...
2012.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

ANIVERSÁRIO

Mais um ano que se concretiza, mais um ciclo completo.
São duas décadas e quatro anos de experiências frutíferas, ou não...
Quando esta data se aproxima, o meu espírito se esplandece em melancolia. Motivos mil aparecem para aumentar o meu desespero e a minha agonia.
Pergunto, a mim mesma, quais minhas grandes conquistas neste meio tempo. “Meio tempo” é um eufemismo, usado preferencialmente para este instante. Porém, as perguntas se acumulam, e a minha fuga, também.
Como saber se o que tenho feito, ou o que tenho “sofrido”, são úteis?
Situações e mais situações têm se aglomerado em meus pensamentos noturnos. Há tanto acontecendo lá fora, há tanto que já aconteceu. Como me tenho saído nisto tudo? O que tenho feito para melhorar e evoluir? O que ainda precisa ser feito? Como posso fazê-lo a contento?
Sinto-me, ao passar de cada hora, em um vazio tão imenso, que as dores ecoam no silêncio de minha mente, fazendo-a borbulhar.
Vejo minhas primas crescendo, não só na altura, e nas experiências que vivem, há também seus RG’s que nos alertam de que o tempo passa, cada minuto mais... [E não só para mim.]
E eu?
Mais um ano de solidão. Sozinha mesmo! E o pior, sem perspectiva ou mínima esperança de mudança.
Às vezes, eu acho que está na minha hora.
Na minha hora de fazer alguma coisa, verdadeiramente, revolucionária.
Uma grandiosa e promissora viagem; um relacionamento sério; casa; filho; bom e seguro emprego.     
Mas....
Onde estão minhas opções?
Amanhã (21/12/2011)  faço mais um ano. O que me aguarda?
O que devo esperar dele?
Será apenas mais um ano como outros tantos já vividos?
Será o ano das realizações almejadas?
“Todo mundo se amando, se beijando sem mim, o que pode ser pior que isso?” (Mulher invisível)
Esperar...
[Sabe o que eu estou esperando? Aquele final feliz!]
Meus votos, para mim mesma, são de anos ainda mais vigoráveis, intensos beijos, noites eternas e doces, realizações dos desejos mais profundos, enfim, tudo que me faça feliz e nada que me faça sofrer!
Parabéns para mim!




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Curiosos!

Loucos como eu...